terça-feira, 10 de abril de 2012

CUBO DE GELO DE COUVE E HORTELÃ
Ingredientes
1 molho de couve orgânica
1 molho de hortelã orgânica

1 pedaço de batata yacon – mais ou menos 2 cm

Aproximadamente 200ml de água mineral


Preparo

Bater todos os ingredientes no liquidificador até obter um suco grosso. Colocar o suco em forminhas de gelo e levar ao congelador.
Usar 1 cubo do gelo de couve e hortelã no suco do café da manhã ou a noite.

Usado em sucos ou vitaminas o cubo de gelo de couve e hortelã é boa fonte de vitaminas e minerais. A couve por ser uma brássica favorece o processo de detox.

Rendimento – 18 cubos (1 forma de gelo e 1/2)

Não possui valor calórico significativo

Fonte: Mundo Verde

sábado, 8 de outubro de 2011

ADOÇANTES

 A princípio o adoçante foi desenvolvido para portadores de doenças metabólicas como o diabetes. Mas a procura por este produto aumentou devido ao interesse de melhorar a saúde e manter a boa forma, já que tem o poder de adoçar muitas vezes mais que o açúcar, com a vantagem de ter uma quantidade menor de calorias.

Existem adoçantes que contêm na sua formulação sacarose ou lactose como veículo de suas substâncias edulcorantes.
Substância edulcorante é o principio ativo do adoçante, ou seja, é o responsável por conferir o sabor doce.
Adoçantes com edulcorantes artificiais (produzidos sinteticamente) são:
Ø AspartameÉ um dos mais recentes, seu poder adoçante se aproxima a sacarina. É proibido o seu consumo àqueles com fenilcetonúria (As pessoas afetadas com essa doença não conseguem fazer a conversão do aminoácido fenilalanina em tirosina, pois não possuem ou está defeituosa a enzima fenilalanina hidroxilase (PAH). Sendo assim, a fenilalanina fica acumulando no sangue e nos tecidos e há uma diminuição dos níveis de tirosina disponível, causando sérias lesões no organismo).               
Perde o sabor quando submetido a temperaturas superiores a 120 °C ou mais baixa de forma prolongada. Seu poder adoçante é 200 vezes superior ao da sacarose.
Adocyl pó; Finn pó, líquido e comprimido (Frasco branco); Gold líquido; Zero-Cal líquido, pó e comprimidos.
Ø  Sacarina SódicaProibido na França e Canadá. Nos Estados Unidos é obrigatório constar nos rótulos dos produtos que contenham este aditivo que ele é nocivo a saúde. Acredita-se que doses inferiores a 2,5 gramas ao dia não são tóxicas. Não é aconselhável o seu uso por mulheres grávidas.
Adocyl líquido; Doce menor líquido e pó; Finn líquido (Frasco
transparente); Stevia Lowçucar líquido e pó; Sucaryl líquido, pó e comprimido; Tal e Qual pó; Zero-Cal líquido (Frasco transparente); Assugrin pó e líquido; Dietil líquido.
Ø  Ciclamato de sódio É 50 vezes mais doce que o açúcar. Segundo a Organização Mundial da Saúde pode produzir cancro e mutações. Produz também alergias. Os ciclamatos estão proibidos nos Estados Unidos, Japão, Inglaterra e França. Seu uso é contraindicado para grávidas.
Adocyl líquido; Doce menor líquido e pó; Finn líquido (Frasco transparente); Stevia Lowçucar líquido e pó; Sucaryl líquido, pó e comprimido; Tal e Qual pó; Zero-Cal líquido (Frasco transparente); Assugrin pó e líquido; Dietil líquido.
Ø  Acesulfame-k – Não é metabolizado pelo organismo e tem o poder adoçante 200 vezes maior que a sacarose.
Gold pó; Línea líquido.
Ø  Sucralose – Açúcar modificado com átomos de cloro é 600 vezes mais potente que o açúcar comum. 
Splenda  pó; Línea  líquido, Gold pó.
Adoçantes com edulcorantes naturais são:
Ø  Frutose – É um monossacarídeo existente nas frutas. É utilizado para a fabricação de produtos para diabéticos, conhecido como o açúcar para diabéticos”. Porém o seu consumo deve ser controlado, já que pode ser interconvertida em glicose. A frutose metaboliza-se mais lentamente.

Ø  Manitol – Igual ao sorbitol e xylitol são álcoois que provêm dos açúcares e o substituem com poucas calorias, apresentam menos riscos para a saúde, menos possibilidade de cáries dentárias.
Ø  Sorbitol – Tem as mesmas vantagens e inconveniências que a frutose, porém pode causar diarréia se for consumido em excesso. É o adoçante geralmente utilizado nas gomas de mascar "sem açúcar". No fígado pode ser transformado em glicose e frutose.
Gold líquido; Zero-Cal líquido (Frasco branco).
Ø  Steviosídeo – Extraído da Stevia rebaudiana. Um adoçante natural, rejeitado por muitos por ter sabor característico, mas que vem se popularizando nos centros urbanos.
Stevia Lowçucar líquido e pó; Stevita líquido e pó para culinária, Doce Menor líquido.
Ø  Xylitol - Adoçante parecido com sorbitol, pouco utilizado devido ao seu custo de produção. É utilizado em gomas de mascar de valor mais elevado.
      Fonte: ANVISA

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Diferenças entre o diabetes tipo 1 e o tipo 2

A maioria dos casos de diabetes mellitus pode ser classificada como diabetes tipo 1 ou tipo 2. O diabetes tipo 1, anteriormente conhecido como diabetes juvenil ou diabetes insulino-dependente, caracteriza-se por uma deficiência total de insulina: o pâncreas não produz ou produz uma quantidade muito pequena de insulina. Em aproximadamente 80% dos pacientes com diabetes mellitus tipo 1, essa deficiência resulta da destruição, pelo próprio organismo, das células beta das ilhotas de Langerhans do pâncreas, que são responsáveis pela produção de insulina. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune: o organismo identifica erroneamente as células beta como corpos estranhos e, por isso, as ataca. Somente 5% a 10% dos pacientes com diabetes possuem a doença do tipo 1, que se desenvolve mais comumente na infância ou na adolescência e não está associada à obesidade.
Já o diabetes tipo 2 não é uma doença autoimune. Ele ocorre quando há uma combinação de deficiência (secreção inadequada de insulina em relação aos níveis de glicose do sangue) e de resistência à insulina (redução da capacidade da insulina de estimular a captação de glicose). Embora a resistência à insulina pareça ser hereditária, a obesidade frequentemente contribui para seu desenvolvimento. Aproximadamente 90% a 95% dos pacientes com diabetes têm diabetes tipo 2, que é mais comumente diagnosticado após os 30 anos de idade, mas também é cada vez mais observado em crianças e adolescentes.
A disfunção das células beta e a resistência à insulina são as primeiras características de intolerância à glicose e constituem a base para o desenvolvimento do diabetes tipo 2. Embora a contribuição relativa dessas anormalidades para a evolução do diabetes varie entre os pacientes e, com o decorrer do tempo, de maneira diferente para cada paciente, a disfunção das células beta e a resistência à insulina agem em conjunto para causar a hiperglicemia, que caracteriza a doença.
Aproximadamente 80% das pessoas com diabetes mellitus tipo 2 são obesas, isto é, possuem índice de massa corporal (IMC) maior que 30 kg/m2. Entretanto, o IMC não reflete de maneira precisa a distribuição de gordura; o maior risco do diabetes tipo 2 está associado à obesidade visceral, na qual a gordura está depositada no tecido subcutâneo em regiões intra-abdominais (vísceras).
Adaptado da Associação Americana de Diabetes e do Manual Merck

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Os produtos diet são regulamentados pela Portaria SVS/MS nº. 29/1998, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). As bebidas diet são regulamentadas pela Instrução Normativa 29/99 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A ANVISA exige que todo produto diet contenha no rótulo a frase "Consumir preferencialmente sob orientação de nutricionista ou médico". Além disso, é aconselhado um alerta aos diabéticos quando o alimento contiver glicose, frutose ou sacarose, e o aviso "Contém fenilalanina" quando houver adição de aspartame à fórmula. No caso de alimentos que possuem em sua composição trigo, aveia, cevada, centeio e derivados, o rótulo deve conter a advertência “Contém Glúten”. Caso contrário, “Não contém Glúten”.

O termo só pode ser aplicado a alimentos destinados a dietas com restrição de nutrientes, como carboidrato, gordura, proteína ou sódio. Um chocolate diet, por exemplo, não contém açúcar. A bebida diet deve possuir um teor de açúcar menor que 0,5g/100ml - esse limite pode ser maior nos refrigerantes dietéticos em que é adicionado suco de fruta.

Os consumidores de produtos diet normalmente apresentam condições metabólicas ou fisiológicas específicas. Precisam de alimentos especialmente formulados, que eliminam ou substituem algum componente como o açúcar (diabéticos), e o sal (hipertensos).

É comum produtos diet serem associados a emagrecimento, mas muitas vezes o valor energético não é menor do que o de produtos convencionais. Pode até ser maior. O chocolate diet  não contém açúcar, mas é gorduroso e calórico – mais que o similar não diet. Em outros casos, o nutriente eliminado (sódio ou proteína, por exemplo) pode não interferir na quantidade de calorias.

No chocolate diet, o açúcar é substituído pelo adoçante. Para preservar a consistência e torná-lo mais palatável, o fabricante muitas vezes adiciona gordura à fórmula, por isso o valor calórico aumenta. Assim, o produto é indicado para os diabéticos, mas não traz vantagem para quem quer perder peso.

Nos últimos anos os rótulos de vários refrigerantes foram alterados. O termo diet foi substituído por light. A Coca-Cola Light, por exemplo, é antiga Coca-Cola Diet. A mudança dos componentes edulcorantes (substâncias adoçantes) fez com que as bebidas ficassem mais saborosas. O açúcar continua eliminado da fórmula, por isso apesar do nome o produto ainda é considerado dietético.

Light

Os alimentos light são regulamentados pela Portaria SVS/MS nº. 27/1998, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). As bebidas light são regulamentadas pela Instrução Normativa 29/99 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Não é exigido nenhuma informação em especial no rótulo.

O termo light pode ser utilizado em produtos que tenham baixo ou reduzido valor energético ou valor nutricional. Os alimentos light devem ter no máximo 40kcal/100g em produtos sólidos. No caso de bebidas, a proporção é de até 20kcal/100ml ou a redução mínima de 25% em termos de calorias, em comparação com produtos similares convencionais. O produto ao qual o alimento é comparado deve ser indicado no rótulo.

Os consumidores são pessoas saudáveis que buscam produtos com menos calorias ou com quantidade reduzida de algum nutriente, em comparação com o mesmo alimento em sua fórmula convencional. Esses alimentos são recomendados, por exemplo, em dietas para perder peso.

Produtos light só ajudam a perder peso caso haja diminuição significativa no teor de algum nutriente energético. Também é importante ressaltar que o consumo em excesso de um produto que contém menos calorias em relação ao original pode encadear a ingestão de uma quantidade igual ou até maior de calorias, comparada ao consumo moderado de algo não-light.

O chocolate light traz a redução de algum nutriente específico ou do valor energético. É preciso consultar a tabela nutricional, na embalagem, para saber se essa redução é conveniente para a dieta do consumidor. Para quem tem alguma restrição alimentar, o chocolate light pode não ser o mais indicado.

A maioria dos refrigerantes light também pode ser classificada como diet, uma vez que é livre de açúcares. A confusão para os consumidores aumentou com a chegada da Coca-Cola Zero. Sua formulação é quase idêntica à da light, e ela também não possui açúcar. Essas apostas fazem parte de uma estratégia de marketing, que busca atingir públicos diferentes com produtos bastante semelhantes.

Biscoitos de Batata-Doce



Ingredientes

02 xícaras de açúcar
02 xícaras de batata-doce cozida e passada no espremedor
600 g de Maizena
400 g de manteiga
02 colheres de chá (cheias) de fermento


Preparo

Misture tudo, forme os biscoitos e leve ao forno quente. Depois de quente, abaixe o forno.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Suco de Manga, Abacaxi e Hortelã

 

Ingredientes 

01 Manga descascada e cortada em pedaços
01 Abacaxi médio descascado e cortado em pedaços
01 punhado de hortelã, lavado e higienizado
02 litros de água filtrada
Gelo a gosto

Modo de preparo

No liquidificador, bata a manga e o abacaxi com a água.
Coloque o hortelã e deixe bater mais um pouco, não coloque açúcar e nem adoçante, pois a fruta já tem seu açúcar natural.
Mexa bem e sirva gelado.

NECESSIDADES NUTRICIONAIS DOS IDOSOS

Gif de idosoIdosos constituem um desafio quando a proposta é despertar o seu apetite e suprir a as suas necessidades nutricionais. Devemos sempre estar em alerta em relação a sua saúde bucal, pois nem sempre a dentição é completa ou à existência de uma prótese para a mastigação correta dos alimentos.

Os idosos apresentam uma perda de interesse pela ingestão adequada dos alimentos com teor de fibras e líquidos, pois a perda ou parte da dentição dificulta o consumo de alimentos mais fibrosos e calóricos, ocasionando perda de peso, deficiência de nutrientes, diminuição na elasticidade e motilidade intestinal, levando a cólicas, flatulência e constipação.  

Além disso, é preciso considerar também fatores psicossociais como: aposentadoria, diminuição de renda; solidão, isolamento, depressão; hábitos alimentares anteriores e perda do parceiro(a).

O metabolismo no idoso de 50-70 anos é diminuído em cerca de 7,5% e em 10% após 70-80 anos. As necessidades calóricas de um idoso maior de 70 anos estão em geral diminuídas e associadas a atividade física menor. Recomenda-se para as pessoas acima de 65 anos; 35 a 40 Kcal/kg/dia para os homens e 33 a 40 Kcal/kg/dia para as mulheres.

Fibras
Em relação as fibras a recomendação é de 20-30 g/dia sendo 25% de fibras solúveis (6g) como: frutas, aveia, legumes e cevada, e fibras insolúveis: folhas, trigo, grãos e alguns legumes.

Lipídios
Idosos tendem a apresentar elevação da pressão arterial, elevação do colesterol total e LDL (colesterol ruim) e diminuição do HDL (colesterol bom), principalmente com a redução da atividade física. Verifica-se também uma deficiência de vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K).
As recomendações de gorduras da dieta devem ser de 25-35% do valor calórico total da dieta. Em alguns casos, recomenda-se um aumento de 30-40% do valor calórico, o que torna a dieta mais palatável ao idoso com caquexia ou anorexia.

Evitar – As gorduras trans (fast-food, biscoitos recheados, sorvetes cremosos e comida industrializada congelada ou não) devem ser evitadas. Diminuir as gorduras saturadas e o colesterol da alimentação.

Recomendações – A distribuição das gorduras deve ser: Gorduras monoinsaturadas maior que 15 – 20%; Gorduras poliinsaturadas maior que 10%; Gorduras saturadas menor que 7-10%; Colesterol menor que 200mg.

Proteínas
Nos idosos a síntese de proteína está mais lenta. Por tanto, devemos ofertar mais qualidade protéica do que quantidades. Não se recomendam dietas restritivas e vegetarianas extremas. Os aminoácidos essenciais têm suas necessidades aumentadas em até 2 vezes as recomendações de um adulto, para manter o balanço nitrogenado positivo (Ex. metionina e lisina).

Os idosos geralmente apresentam massa magra diminuída e perda de vigor físico e mental. No sentido de elaborarmos uma dieta adequada deve-se preferir peixes (salmão, sardinha, cavalinha) ricos em ômega 3, peito de frango, carne vermelha magra (músculo, patinho, alcatra, filé mignon, coxão mole), leite e seus derivados desnatados.

Evitar – carnes vermelhas gordas (cupim, costela, contrafilé), pernil de porco, vísceras escuras (de frango e de peru), embutidos (salsicha, calabresa), leite e seus derivados integrais.

Recomendação -
É igual ao jovem adulto 0.8 g/Kg/dia. (DRI 2002) ou 10-35% do valor energético total da dieta(DRI2002). Alguns autores recomendam para as pessoas com idade acima de 55 anos 1g/Kg/dia.

Carboidratos
A maior parte da oferta calórica diária deve vir dos carboidratos (50-60%). Os idosos podem ter alterações da curva glicêmica similar ao diabético, onde, é importante ofertar carboidratos integrais ricos em fibras e alimentos com baixo e moderado índice glicêmico.

Deve-se restringir a sacarose e farinhas altamente refinadas, que está associada a causas de constipação intestinal, câncer de cólon e diabetes mellitus. Dar preferência aos carboidratos complexos como arroz, pães e massas integrais, aveia, bolachas integrais, frutas e vegetais variados. É comum em idosos apresentarem flatulência com alguns vegetais como brócolis, pimentão, pepino, couve-flor; uma dieta rica em fibras ajuda na integridade intestinal e diminuição da flatulência.

Evitar – Açúcar refinado, farinha de trigo refinada, melaço de cana, açúcar mascavo.

Líquidos

O idoso passa a ter o mecanismo de sede alterado e reabsorção de água pelo rim também está afetada.O ideal é aumentar sempre que possível 30 ml/ kg peso corporal.
Deve-se incentivar o consumo de sucos naturais, água de coco, gelatina, chá de ervas e água.

Dicas para conquista de uma alimentação saudável para idosos:

- Pedir auxílio à família;
- Fazer as refeições conjuntamente com amigos ou parentes;
- Praticar atividades físicas;
- Fazer suas próprias compras, sozinho ou com a ajuda de um parente ou amigo;
- Elaborar suas refeições com cores (variação de alimentos) e aromas (uso de temperos).

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